Terça-feira, 07 de setembro de 2010

 

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Linha do Tempo


O Clube do Kadettche construiu a "linha do tempo", com a história completa do Kadett/Ipanema.
Este artigo é baseado no texto encontrado em: http://www2.uol.com.br/bestcars/classicos/kadett-1.htm.

Erros devem ser reportados ao webmaster.



1962
Na Europa, após a 2ª Guerra, a Opel re-lança o Kadett (antigo Kadett K38). Este é o Kadett A, dotado de motor 1.0l, 40cv e tração traseira.

1965
Opel lança o Kadett B, com 45 a 55cv.

1973
Opel lança o Kadett C, que seis meses depois veio para o Brasil, com o nome Chevette.

1979
O Kadett D é lançado na Europa. Primeiro Kadett dotado de motor transversal e tração dianteira, suas linhas inspiraram o Opel Ascona, que mais tarde daria origem ao nosso Chevrolet Monza.

1984
Lançado o Kadett E na Europa, modelo que permaneceu com o mesmo design até o fim da produção na Europa, em 1991 (exceto pequenas alterações em 1989). Possuia opções de motores: 1.2l, 1.3l, 1.6l, 1.8l e 2.0l. Além do GSi, um 2.0l injetado (isso em 1989), com 129cv e depois um 16v (que nunca veio ao Brasil), com 150cv.

1989
Fazem cinco anos que não surge nenhum carro novo no Brasil, e a Chevrolet traz para o Brasil o Kadett E europeu, que passa a existir junto ao Chevette.

Modelos: SL, SL/E, e GS. Todos com motor carburado, transversal (herdado do Monza), 1.8 gasolina ou álcool, ambos 95cv e o 2.0 álcool com 110cv, exclusividade do GS.

O Kadett GS tinha relações de marcha mais curtas, gerando melhores arrancadas, porém causando consumo elevado e baixa autonomia.

Chega em 89 também, a Opel Kadett Caravan, nossa Ipanema! SL e SL/E, sempre duas portas.

1990
A Chevrolet faz alterações no diferencial e pneus do GS, para baixar um pouco o consumo, e já lança o 2.0 gasolina, com 99cv (declarados, para se encaixar na faixa tribuitária).

Por causa da crise causada pelo governo Collor, a venda de carros desabou e a Chevrolet lançou o Kadett Turim, em alusão à Copa do Mundo, sediada na Itália. O Turim tinha o "jeitão" do GS mas com preço perto do SL/E.

O Turim, que era para durar apenas alguns meses, foi fabricado por quase um ano, devido ao sucesso de vendas.

1991
A Opel aposenta o Kadett, colocando no mercado europeu o Opel Astra.

1992
Por causa da fase 2 do Proconve, a Chevrolet preferiu adotar injeção eletrônica, ao invés de catalisador. O Kadett e o Monza SL e SL/E ganharam injeção eletrônica monoponto digital E.F.I. O motor álcool passou para 99cv e o gasolina para 98cv.

Surge a luz de troca ascendente de marcha, que se adaptava ao modo de dirigir do motorista. Desapareceu em 1996.

A versão GS passou a ser chamada GSi, que ganhou injeção eletrônica multiponto analógica M.P.F.I., (diferente da injeção adotada em 97 e 98 na linha 2.0 M.P.F.I.). O GSi pulou para 121cv, e ganhou ainda a versão conversível.

Lançada a Ipanema Wave, com detalhes do Kadett Turim e GS.

1993
Kadett sofre algumas modificações, como emblema no capô, e saias laterais. O SL/E passa a ter como opcionais freio traseiro à disco e câmbio automático de três marchas.

Surge a série limitada da Ipanema Sol. Além disso a Ipanema ganha opção de quatro portas e motor 2.0 E.F.I., com 110cv (álcool), na versão SL/E.

Chevrolet passa a utilizar as travas das portas junto às maçanetas.

Surge o Kadett 1.8 à gás (convertido), apenas para frotistas e taxistas. O motor era alimentado de gás por injeção multiponto e álcool por injeção monoponto.

1994
A denominação dos modelos muda de SL para GL e SL/E para GLS. Surge a terceira série especial da Ipanema, a Ipanema Flair, com motor 2.0.

Surge o Kadett Lite, sempre 1.8 E.F.I.

Algumas alterações foram feitas para o modelo 95, a principal delas no painel. O controle dos vidros passa a ser nas portas ao invés do console. Surge o temporizador do limpador de pára-brisa.

1995
A GM descontinua o Kadett GLS e GSi, no caso do GLS, abrindo espaço para o Chevrolet Astra, trazido da Bélgica, graças a redução da alíquota do imposto de importação.

A alíquota de importação sobe subitamente, fazendo com que o preço, que antes era uma vantagem para o Astra, subisse demais. Ainda em 1995 o Astra não é mais importado para o Brasil.

Dois meses após a saída do Astra, surge o Kadett Sport, 2.0 E.F.I., preenchendo a lacuna deixada pelo Astra.

1996
O Kadett ganha uma reforma estética, passando a ter formas mais arredondadas, assemelhando-se um pouco com o antigo Opel Kadett (1991).

O Kadett Sport passa a ser modelo de linha.

A produção do Kadett foi transferida de São José dos Campos para São Caetano do Sul.

1997
O Proconve entra na terceira fase, e a Chevrolet adota a injeção multiponto (M.P.F.I.), e o Kadett passa a ter o motor 2.0l com essa nova injeção de série. A potência (declarada) permanece nos 110cv.

Volta a ser fabricado o Kadett GLS. A linha fica então: Kadett GL, Kadett GLS, Kadett Sport e Ipanema GL.

Para este novo motor (2.0l M.P.F.I.), a chevrolet faz uma alteração na relação de marchas, tornando-as mais próximas entre si.

Ao contrário do Kadett Sport, o GLS, por não ter aerofólio, não era considerado carro esportivo pelas seguradoras. Cabe lembrar que o aerofólio do Kadett, além do fim estético, tem a função de barrar a sujeira que vem da traseira do carro, deixando o vidro traseiro limpo.

Os europeus conhecem um novo Astra, e a Chevrolet pretendia traze-lo para tapar o fracasso do antigo Astra.

1998
O aerofólio passa a vir no Kadett GLS.

Em setembro de 1998, nas versões GL, GLS, Sport, e Ipanema GL, o Kadett sai de linha
 

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